terça-feira, 31 de julho de 2012
VESTIBA AMEAÇADO
sexta-feira, 27 de julho de 2012
CAMELO NUM BURACO DE UMA AGULHA
A HISTÓRIA DO RADIO
quinta-feira, 26 de julho de 2012
DEVIA TER AMADO MAIS...
VOCÊ SABE O QUE É COPROLÁLIA?
quarta-feira, 25 de julho de 2012
UM DIA DE CÃO
BONITINHA , MAS IDIOTA
terça-feira, 24 de julho de 2012
TEUS SINAIS ME CONFUNDEM DA CABEÇA AOS PÉS...
FALTA GOLS PARA O TRIO DE FERRO
OS LIMITES DE RATINHO JR
Reality sobre recuperação de viciados ganha versão brasileira
É SUCESSO !
ESSE TIME DO FLAMENGO É UM PORRE
O SUCESSO DE CUCA NO GALO
Advogados do grupo de Cachoeira tumultuam depoimento na Justiça
quinta-feira, 21 de junho de 2012
MENSALÃO E PIZZA
A afirmação ocorreu depois de o ministro ser questionado sobre as declarações do ex-deputado cassado José Dirceu, um dos 38 réus do processo. Dirceu declarou no 16º Congresso da União da Juventude Socialista, há duas semanas, temer que o mensalão fosse julgado pelo STF de forma política.
“Todos nós temos essa compreensão. Por mais intensa e densa que seja a ambiência política de um processo, o julgamento só pode ser técnico, em cima das provas dos autos, objetivamente”, disse Ayres Britto
O prazo para que o ministro Ricardo Lewandowski entregue o processo revisado termina no próximo dia 30. Segundo Ayres Britto, no entanto, Lewandowski, por enquanto, ainda não informou a data exata que isto será feito.
“Ele (Lewandowski) anunciou por um porta voz do gabinete dele que liberaria o processo para pauta de julgamento ainda no mês de junho. Estamos no aguardo de que o faça”, disse.
Ayres Britto afirmou que o processo vai ser julgado apenas em agosto. ”O calendário já levou em consideração a complexidade do caso”. Segundo o planejamento aprovado, haverá sessões plenárias diárias entre 1º e 14 de agosto, com duração de cinco horas. No primeiro dia, o relator, ministro Joaquim Barbosa, vai ler um resumo do relatório, com cerca de três páginas. Em seguida, o procurador-geral da República, Roberto Gurgel, terá cinco horas para fazer a sustentação oral. Nos dias seguintes, a defesa de cada um dos 38 réus fará a sustentação oral.
Cada advogado terá uma hora para isso. A partir do dia 15 de agosto, as sessões ocorrerão três vezes por semana para que os ministros votem, a começar por Barbosa. Serão encontros na segunda, quarta e quinta-feira.
sábado, 23 de julho de 2011
FALTA GENTE

Não é a falta de equipamentos pesados ou o custo dos insumos o que mais preocupa o setor da construção pesada, e sim a falta de mão de obra qualificada. Um estudo inédito da Associação Brasileira de Tecnologia em Equipamentos e Manutenção (Sobratema), feito com base nos números de produção e venda de máquinas e em demandas como as obras da segunda edição do Programa de Aceleração do Crescimento (PAC 2), aponta que até 2015 a quantidade de máquinas pesadas para infraestrutura com até dez anos de uso no Brasil passará dos atuais 146 mil para 313 mil – fora as máquinas para agricultura, mineração etc. Se isso ocorrer, estima-se que serão necessários mais de 160 mil novos operadores para cada uma dessas novas máquinas, além de cerca de 40 mil engenheiros e técnicos gestores – para cada quatro equipamentos precisa-se de, ao menos, um desses profissionais.
“Em um cenário em que já sofremos com a escassez de pessoas qualificadas, isso é bastante preocupante, sem contar os trabalhadores necessários para a manutenção e o mercado de reposição de peças dessas máquinas”, alerta o coordenador de pesquisa da Sobratema, Brian Nicholson.
No Paraná, setor está travado
Diferentemente do boom que vive a construção civil, a falta de projetos e a demora na abertura de licitações estão travando o setor de infraestrutura – a chamada construção pesada – no Paraná. O setor pede mais celeridade ao governo estadual na elaboração de projetos, orçamentos e também na criação de um instrumento legislativo que permita logo a realização de parcerias público-privadas, já que faltam recursos próprios para as intervenções necessárias.
Dificuldade de adaptação e distância da família afastam operários
Telêmaco Borba - De acordo com o engenheiro civil Wagner Nunes Martins, gerente de concreto na obra da Usina Hidrelétrica de Mauá – que está sendo erguida entre Telêmaco Borba e Ortigueira, nos Campos Gerais –, um dos motivos para a escassez de mão de obra na construção pesada é a dificuldade de adaptação. “Nosso índice de acidentes de trabalho está bem abaixo do que o admitido pelos padrões nacionais, mas o fato de trabalhar em grandes alturas às vezes assusta um pouco e afasta alguns trabalhadores”, afirma.
São trabalhadores com conhecimento técnico mais apurado que os da construção civil e, por isso, mais “caros”. Enquanto um trabalhador da construção civil ganhou, em média, R$ 1.242 por mês em 2010, o do setor de infraestrutura recebeu R$ 1.707, segundo o Departamento Intersindical de Estatística e Estudos Socioeconômicos (Dieese).
É essa alta remuneração da construção pesada – que pode chegar a R$ 4 mil no mercado – que está atraindo mais pessoas, ainda que em ritmo mais lento que outros setores. Nos últimos 12 meses, segundo os dados do Cadastro Geral de Empregados e Desempregados (Caged), do Ministério do Trabalho e Emprego, os oito segmentos que correspondem ao setor de infraestrutura cresceram apenas 2,77%, frente aos 8,08% da construção como um todo e 6,41% do total do mercado formal. No Paraná, o crescimento geral foi de 3,43% no mesmo período, mas, no segmento que envolve rodovias, ferrovias, obras urbanas e obras de arte especiais, houve descrécimo de 13% – um dos indícios da falta de obras no estado (leia mais nesta página).
Capacitação
O presidente do Sindicato dos Trabalhadores nas Indústrias da Construção Pesada no Estado do Paraná (Sintrapav-PR), Raimundo Ribeiro dos Santos Filho, conhecido como Bahia, diz que tem enfrentado dificuldades na aplicação de recursos públicos para a capacitação dos trabalhadores da área. “Normalmente esse treinamento se daria pelos recursos do Fundo de Amparo ao Trabalhador (FAT), mas algumas exigências, como a priorização de beneficiários do Bolsa Família, dificultam tudo. Deveria haver uma flexibilização dessas regras para capacitar quem está atuante, na obra, e também um incentivo maior ao investimento das próprias empresas nessa capacitação.”
Diante das possibilidades futuras da construtora JMalucelli – ela está de olho nas novas rodovias do Departamento Nacional de Infraestrutura de Transportes (Dnit) em todo o país, no novo leilão de hidrelétricas da Agência Nacional de Energia Elétrica (Aneel) e nas obras de expansão de ferrovias, sob o comando da estatal federal Valec –, o diretor Celso Jacomel Junior, concorda que as empresas precisam investir no treinamento dos funcionários, mas reclama da carga tributária e de outras exigências da CLT. “Quando vemos o Brasil como um todo, não só na construção, mas em outros setores, vemos que já passou da hora de revisar parte das regras trabalhistas, desonerando o empregador.”
Falta de união
Laertes Vieira, gerente do Serviço Nacional de Aprendizagem Industrial (Senai) de Rio Branco do Sul – unidade que concentra a maior parte da formação da construção pesada pela entidade no estado –, diz que falta união do segmento para a capacitação de trabalhadores. A exemplo do fizeram os setores de vestuário e fabricação de cimento, ele diz que as empresas de construção pesada também deveriam se unir, em um pacto por capacitação, pontuando suas necessidades em números e destinos.
Para a operação de diferentes máquinas, de caminhões basculantes a empilhadeiras, a unidade de Rio Branco do Sul forma de 300 a 400 trabalhadores por ano. “Estamos investindo nisso, agora também com simuladores para as aulas e com planos de introduzir cursos também para retroescavadeiras e escavadeiras. Mas só a união do empresariado vai nos dar o tamanho certo da demanda.”
GAZETA DO POVO
quarta-feira, 20 de julho de 2011
Conselho de Ética recebe denúncia contra Derosso
Francisco Garcez, presidente do Conselho: há muita disposição “em realizar um trabalho sério”O presidente da Câmara Municipal de Curitiba, João Cláudio Derosso (PSDB), foi denunciado ontem no Conselho de Ética e Decoro Parlamentar da Casa. O vereador foi acusado de ferir os princípios constitucionais de probidade administrativa e da publicidade, por contratar empresa pertencente a sua esposa e não dar informações devidas sobre a licitação para contratação de empresa de propaganda, respectivamente.
A denúncia foi protocolada pelo economista Everton de Andrade. De acordo com ele, a acusação formal foi motivada pela indignação após ler matérias sobre o caso. “Os jornais apresentaram indícios gravíssimos. Diante disso, considerando que eu tenho o direito de fazer uma denúncia ao conselho, decidi entrar com uma ação”, afirma. Everton diz não ser filiado a nenhum partido e não ter nenhuma ligação com a Câmara ou com qualquer órgão público.
O presidente do Conselho, o vereador Francisco Garcez (PSDB), confirmou ter recebido a denúncia e convocou reunião extraordinária para amanhã, às 10h. Garcez preferiu não comentar o assunto. “Não posso comentar antecipadamente por uma questão ética. Ainda não dei ciência aos colegas do teor da denúncia”, explica.
Garcez é proprietário licenciado do jornal Folha do Boqueirão, que recebeu da Câmara recursos de publicidade nos últimos anos (o valor não foi divulgado). Apesar disso, o vereador reforça que não há conflito de interesses – até porque, segundo ele, a quantia recebida é “mínima”, comparada ao todo. “Julgar os colegas é sempre uma missão espinhosa, mas vejo muita disposição de todos os membros do conselho em realizar um trabalho sério”, afirma.
Entenda o caso
Em 2006, a Câmara abriu licitação para contratar serviços de comunicação social. Duas empresas venceram a licitação: Oficina de Notícias, empresa da esposa de Derosso, Cláudia Queiroz Guedes, e Visão Publicidade. O aviso de licitação foi publicado apenas no Diário Popular, de circulação reduzida, e apenas as empresas vencedoras participaram. Inicialmente, o contrato era de R$ 5,2 milhões para cada uma, mas os aditivos elevaram o valor máximo para R$ 30,1 milhões. De 2006 até agora, foram usados R$ 31,9 milhões – R$ 5,1 milhões para a Oficina de Notícias e R$ 26,8 milhões para a Visão Publicidade.GAZETA DO POVO














