segunda-feira, 1 de fevereiro de 2010
VOCÊ TEM MEMÓRIA CURTA? ESSE BLOG NÃO
Tão logo ficou claro aos primeiros minutos desta madrugada que a Câmara salvaria o mandato do deputado João Magno (PT-MG), acusado de ter recebido grana de Marcos Valério, a deputada Angela Moraes Guadanin, aquela em quem você votou, saiu dançando de forma grotesca pela casa.
A BEATIFICAÇÃO DE FREUD

ORKUT o lado bom e o podre

Eu tenho lá um perfil. Qual brasileiro não tem né? Um serviço que se tornou tão popular em nosso país e tão mal usado.
Penso eu que o Orkut deveria ser usado para fins profissionais onde a pessoa colocaria o seu ‘currículo’ exposto para todos verem.
Algumas empresas contratam pessoas pelo orkut, mas ainda é utilizado em pequena escala. Isso porque muitas pessoas priorizam entrar em comunidades como “Eu odeio acordar” e/ou “Eu odeio meu chefe” entre outras. Essa comunidades têm o fim de ser o lugar para compartilharmos nossas opiniões sobre o assunto. Mas convenhamos: profissionalmente não pega nada bem.
Outros usam o serviço para disseminar idéias totalmente erradas como pedofilia, tráfico de drogas, brigas de torcida de futebol, bullying e tantos outros que não valem a pena serem citados. Essa sim é a parte podre do Orkut.
Penso que a google deveria estar com os olhos voltados para o Brasil e fiscalizando mais de perto esse serviço. O Ministério Público vira e mexe vem nos telejornais mostrando a parte podre. Isso afasta aqueles que querem participar sem fazer mal ao outro.
Mas nem só de coisa ruim vive o Orkut. Já reencontrei vários amigos de infância por lá. Tem outros que conseguem namorar, paquerar, distribuir mensagens positivas, alertar sobre assuntos interessantes e etc. Essa sim é a parte boa. Procure por ela e seja feliz.
Não quero aqui denegrir a imagem das comunidades que citei, mas penso que elas não servem profissionalmente. Já participei de uma delas e saí quando descobri que empresas vasculham suas comunidades procurando novos funcionários com seu perfil. Se a pessoa não tem a intenção de ser vista por empresas pelo Orkut por que não participar dessas comunidades? Fica a critério de cada um.
Seja cuidadoso. Utilize a internet para o bem e navegue com segurança.
O FILHO DO BRASIL CAINDO NAS BILHETERIAS

Para o jornal, a razão desse fracasso é em parte a imagem "adocicada e pouco realista" do presidente Luiz Inácio Lula da Silva no filme.
"O filme ficou em quinto nas bilheterias na primeira semana e depois foi caindo. Não porque o filme não seja emocionante, o que é. Não porque os atores sejam ruins, porque são magníficos; nem tampouco porque falte suspense ou um final genial", diz o jornal.
"O filme não convenceu por vários motivos: os brasileiros gostam de Lula na realidade, na rua, subindo em cima de um palanque, arregaçando as mangas, suando e gritando coisas como 'Vou tirar o povo da merda'", afirma o texto.
Segundo o jornal, os brasileiros gostam "do Lula de verdade, de carne e osso, com seus erros de gramática quando fala, o Lula vestido por estilistas famosos, elegantíssimo em Davos, e o Lula com o boné da Petrobras e a camisa de operário, entre os camponeses do Movimento dos Sem Terra".
Para o diário, muitos críticos dizem que o filme não foi o sucesso que se esperava "porque os brasileiros sabem tudo sobre Lula". "Eles podem vê-lo e tocá-lo todos os dias. Sabem toda sua história de menino pobre, contada mil vezes por ele mesmo. De Lula se sabe infinitas mais coisas do que as que aparecem no filme", diz a reportagem.
O texto do jornal espanhol observa ainda que o filme também provocou a ira da oposição, que o acusa de ser parte da campanha para as eleições presidenciais deste ano, nas quais Lula aposta na candidatura de sua "superministra" Dilma Rousseff.
domingo, 31 de janeiro de 2010
AVATAR ultrapassa US$2 bi nas bilheterias
A espetacular ficção científica 3D de James Cameron faturou 2,039 bilhões dólares, depois sete semanas liderando as bilheterias, segundo os distribuidores da 20th Century Fox, no domingo.
O filme bateu, na última segunda-feira, o recorde 1,843 bilhões dólares, fixado em 1998 por "Titanic" do mesmo cineasta.
O studio da News Corp se recusou a prever os desenvolvimentos, já que deverá haver uma nova onda de interesse com as indicações ao Oscar na terça-feira de manhã. No entanto, o estúdio apostou que "Avatar" vai quebrar o recorde de "Titanic" nos Estados Unidos, de 601 milhões de dólares até a quarta-feira.
O filme chegou a 594,5 milhões dólares depois de um fim de semana de 30 milhões de dólares nos Estados Unidos e Canadá. Os total de outros países é de 1,45 bilhão de dólares, depois de um fim de semana com 95 milhões de dólares vindos de 120 países.
O filme se manteve em primeiro lugar em muitos países, incluindo a França (vendas até o momento: 134 milhões de dólares); China (126 milhões), Austrália (84 milhões) e Brasil (43 milhões).
A única ressalva quanto à contabilidade de "Avatar" é que as vendas não são ajustados pela inflação, ou pelo fato de que os preços dos bilhetes são consideravelmente maiores para sessões 3-D.
Apesar da expectativa de que "Avatar" ganhe destaque nas indicações ao Oscar, especialmente nas categorias técnicas, o filme foi ofuscado durante a temporada de prêmios por "The Hurt Locker", um filme de guerra de baixo orçamento dirigido pela ex-mulher de Cameron.
Kathryn Bigelow acrescentou mais um troféu à sua coleção no sábado, com o Prêmio do Directors Guild of America. Apenas seis vezes em 62 anos, o vencedor do DGA não ganhou também o Oscar de melhor diretor.
"Titanic" teve 14 nomeações e ganhou 11 prêmios, incluindo melhor filme, diretor e edição. Em outros lugares da América do Norte, Mel Gibson ficou em um distante segundo lugar com o lançamento de "Edge of Darkness."
A TORRE DOS IDIOMAS

Marco Licinius (O Pai do Erro) Crasso

UM ÓTIMO PASSEIO

sábado, 30 de janeiro de 2010
O PAPEL DO VEREADOR

Cabe ao vereador, mostrar os problemas da comunidade e buscar providências junto aos órgãos competentes. Mas não é só isso. Cabe-lhe também a função de fiscalizar as contas do Poder Executivo Municipal e do próprio LegislativoUm dos pré-requisitos básicos da democracia é a existência de um Poder Legislativo forte e realmente independente. Sem isso, a democracia é deficiente, capenga. No Brasil, apesar das leis falarem claramente em “poderes independentes e harmônicos entre si”, ainda falta muito para que isso vire realidade.Lamentavelmente, as contradições começam a nível nacional e estadual, quando temos parlamentares, em sua maioria, subserviente e fiéis aos interesses políticos e econômicos do Executivo. Em especial nas Câmaras Municipais, é vergonhoso. Prefeitos detêm a maioria dos vereadores os quais mantêm com um “empreguinho” para a esposa, um benefício aqui, outro ali... e assim, o edil fica cada vez mais distante do verdadeiro papel do vereador, passando a ser apenas mais um encabrestado, boneco de marionete. Cabe à população esclarecida, exercer bem o seu direito de escolha, quando chamada às urnas para indicar sua representação. É muito comum ouvir: “vereador não serve para nada”. Cabe ao vereador, expor os problemas da comunidade e buscar providências junto aos órgãos competentes. Mas não é só isso. Cabe-lhe também a função de fiscalizar as contas do Poder Executivo Municipal, os atos do Prefeito, denunciando o que estiver ilegal ou imoral à população e aos órgãos competentes. Portanto, o vereador é o fiscal do dinheiro público.E aqui fica a pergunta: será que o vereador que presta apoio político incondicional ao Prefeito em troca de “benefícios” pessoais, exercerá livremente a função de fiscalizá-lo? Não. E é isso que acontece na maioria das cidades brasileiras. Isso precisa ser mudado.Vereador deve ser independente, atuante, polêmico, e deve sempre ter a coragem de concordar com o que considerar certo e discordar do que considerar que esteja errado. Deve agir com conhecimento e desarmado de ódios ou rancores. É isso que a população deve observar e cobrar de seus representantes. Aliás, a população precisa freqüentar as reuniões dos Legislativos Municipais, para saber como estão se comportando os “representantes do povo”.Também é válido lembrar que pela estrutura social brasileira, ao vereador é sempre cobrada a função de assistente social. Isso vem de longe. São os costumes “coronelísticos” que persistem, como herança política da República Velha. Infelizmente, devido à realidade de pobreza da maioria dos nossos municípios, ainda se pensa assim, o que torna desfigurada a ação política. Essa mentalidade tanto compromete o eleitor, vítima maior, por falta de educação política, quanto ao vereador, que não dispondo de condições materiais para solucionar os problemas do seu eleitorado, obriga-se ao cabresto do Prefeito. Mas, tanto no caso do eleitor como do vereador, predomina-se a escassez de educação política.Precisamos de vereadores atuantes, dispostos a romperem com os costumes persistentes de subserviência e vício. O vereador deve agir sem apego a benefícios pecuniários. Ele deve usar, com disposição, a prerrogativa de denunciar possíveis fraudes envolvendo dinheiro público, sobretudo pela tendência descentralizadora existente, pois recursos estão indo direto para as mãos dos Prefeitos, como é o caso do Ensino Fundamental.Vereador consciente contribui efetivamente para o desenvolvimento humano do seu município, ajudando o povo a pensar e se organizar.
Recebido por mail de Daniel Cuba dos SantosPós-graduado em Direito do Consumidor eDireito Administrativo e Administração Pública
sexta-feira, 29 de janeiro de 2010
AGILIZAR É PRECISO
Empresários e sindicalistas apoiaram, nesta quinta-feira, a decisão do presidente Lula de garantir, no Orçamento Geral da União para 2010, verbas e repasses para dezenas de canteiros de obras paralisadas em todo o país por decisão do Tribunal e Contas da União. O TCU justifica suas decisões em nome da investigação de incorreções ou de irregularidades na contratação de projetos e na execução dos trabalhos. Mas o entendimento do governo, das empresas e dos sindicatos é outro: não se deve paralisar obras e contratos para fiscalizar contas e projetos.Já basta a perda de tempo e dinheiro com a morosidade paquidérmica do licenciamento ambiental, mal aparelhado e, não raro, mal intencionado, que retarda em meses ou anos a decolagem desses mesmos projetos de interesse nacional.Deve-se inibir ou punir pessoas e responsáveis, e não projetos, trabalhos e empregos. Se fiscalizar contas é paralisar obras, quem sai perdendo é o país.
Por Joelmir Beting
IMPROBIDADE É:

Improbidade é a ação ou omissão que viole os deveres de honestidade, imparcialidade, legalidade e lealdade às instituições.Improbidade Administrativa é o designativo técnico para a chamada corrupção administrativa, que, sob diversas formas, promove o desvirtuamento da Administração Pública e afronta os princípios nucleares da ordem jurídica (Estado de Direito, Democrático e Republicano) revelando-se pela obtenção de vantagens patrimoniais indevidas às expensas do erário, pelo exercício nocivo das funções e empregos públicos, pelo "tráfico de influência" nas esferas da Administração Pública e pelo favorecimento de poucos em detrimento dos interesses da sociedade, mediante a concessão de obséquios e privilégios ilícitos.
quinta-feira, 28 de janeiro de 2010
É O BICHO

Jornais da época contam que para melhorar as finanças do jardim zoológico, localizado no bairro da Vila Isabel, em dificuldades financeiras, no Rio de Janeiro, o senhor de terras e escravos João Batista Viana Drummond, criou uma loteria em que o apostador escolhia um entre os 25 bichos do zoológico.
Os bichos eram representados individualmente pela seqüência numérica de quatro unidades, compreendidas de 00 e 99 nos dois dígitos finais, haveria 25 bichos que respeitada a sua ordem alfabética eram distribuídos em progressão aritmética múltiplas de quatro de 00 a 99. Ao final do dia, os organizadores do jogo revelavam o nome do bicho vencedor e afixavam o resultado num poste, o que até os dias de hoje continua sendo feito.
O jogo do bicho permitia apostas de "simples moedas a tostões furados", e isso em uma época em que a recessão tomava conta do Brasil. Essa modalidade de jogo rapidamente se alastrou pelo país e tornou-se para o pobre algo comparável à bolsa de valores para os mais abastados.
Desse modo, quase sempre "investindo" com poucas moedas, o apostador nunca deixava de "aplicar" na sua "bolsa de valores", talvez a maior a céu aberto do mundo, e que deu origem à expressão: "só quem ganha é quem joga".
A organização do jogo de bicho preserva uma hierarquia como a de atores, teatro e platéia (banqueiros, gerentes e apostadores).
Nessa hierarquia, o "banqueiro" é quem banca a totalidade do jogo e quem paga a banca. O "gerente de banca" ou do ponto, é quem repassa as apostas ao banqueiro e o prêmio ao vendedor. O vendedor é agregado ao gerente de banca e é quem escreve e quem intermedia pagamento entre o apostador e o gerente. A banca e o ponto não necessitam de um lugar fixo para operar e seus funcionários são freqüentemente encontrados nas ruas sentados em cadeiras ou caixas de frutas. Em outras regiões do Brasil , pode-se entrar em contato por telefone, e um motoboy vêm buscar o jogo em sua casa ou trabalho.
O jogo do bicho tem algumas regras que estipulam limites nas apostas: um exemplo é a "descarga" de alguns números muito apostados, como o número do túmulo de Getúlio Vargas ou número do cavalo no dia de São Jorge. Para alguns organizadores os números muito jogados são cotados afim de evitar a "quebra da banca" tanto por parte das bancas de apostas como durante a apuração no sorteio.
Pelo fato de ser uma atividade que envolve dinheiro não controlada pelo governo, o jogo tem atraído a atenção das autoridades corruptas e criou-se um complexo e eficiente sistema para a realização da venda de facilidades.
A Paraíba é o único estado da Federação onde o jogo do bicho é considerado legal. As "corridas" (extrações dos números premiados) são feitos pela Loteria do Estado da Paraíba (Lotep) e o estado cobra taxas dos "banqueiros". Em razão disto, não é explorado pelo mundo do crime. Outros estados como Pernambuco usam as "corridas" da Paraíba como resultado oficial. Corre uma história de que durante a ditadura militar, o presidente Castelo Branco, numa reunião da SUDENE em Recife, teria cobrado do então governador João Agripino a extinção do jogo na Paraíba. Agripino teria respondido ao então presidente: "Acabo com o jogo do bicho na hora em que o Senhor arranjar emprego para os milhares de paraibanos que ganham a vida como cambistas". E o jogo continua livre.
COPROLALIA

A JUSTIÇA E OS RADARES

O Tribunal de Justiça do Paraná (TJ-PR) suspendeu, nesta quarta-feira (25), a decisão que obrigou a Urbanização de Curitiba S.A. (URBS), empresa responsável pelo gerenciamento do trânsito na capital, a desligar os radares em Curitiba no início de dezembro. Os 110 aparelhos de fiscalização eletrônica instalados na capital foram desligados no dia 3 de dezembro. A URBS informou que ainda não foi notificada oficialmente da decisão e por isso não poderia dizer quando os radares voltarão a funcionar.
Os radares pararam de operar por determinação do próprio Tribunal depois que o Ministério Público Estadual entrou com uma ação civil contra a prorrogação do contrato entre a URBS e a Consilux, responsável pela manutenção dos aparelhos. A decisão liminar da 4.ª Câmara Cível do TJ-PR de 4 de novembro suspendia o contrato e determinava o desligamento da fiscalização eletrônica. A URBS, no entanto, não cumpriu a medida e recorreu.
No início de dezembro, a desembargadora Regina Afonso Portes rejeitou o recurso que pedia a manutenção do contrato e determinou o desligamento dos radares, fixando multa diária de 10 mil em caso de descumprimento. A nova decisão, proferida pelo desembargador Ruy Fernando de Oliveira, suspendeu o recurso anterior.
Em 3 de dezembro, dia em que os radares foram desligados, a cidade registrou 10.144 ocorrências de excesso de velocidade no trânsito, número 10 vezes superior à média de 1,1 mil infrações por dia registrada neste ano, segundo a Urbs. Apesar do registro, nenhuma multa foi emitida.
Briga judicial
A Consilux opera os radares em Curitiba há 11 anos, desde 1998. Passou por um novo processo licitatório em 2004. Depois disso, a prefeitura prorrogou sucessivamente o contrato por meio de aditivos. O problema é que a legislação brasileira prevê a extensão por no máximo 60 meses.
O Ministério Público aponta ilegalidades no último aditivo do contrato, feito em abril, que prorrogou a vigência do serviço por mais um ano. A Urbs afirma que prorrogou o contrato porque se tratava de uma situação “excepcional”, mas os promotores dizem que a situação de excepcionalidade não teria sido comprovada.
Licitação
Na última sexta-feira (15), a URBS anunciou que a Consilux venceu a nova licitação para operação dos radares. A empresa foi a única aprovada na fase de avaliação técnica, entre sete concorrentes. A previsão era de que o novo contrato fosse assinado em 2 de fevereiro.
O valor total por mês do contrato será de R$ 725 mil, um desconto de 34% em relação ao preço máximo em edital, de R$ 1,096 milhão. O número de radares deve aumentar de 110 para 140.
